domingo, 2 de agosto de 2009

dias...

Há dias em que simplesmente calo,
há dias em que falo
e dias em que quero apenas um afago.

sem

De volta ao novo recomeço os passos.
Entre todos os percalços está a ausência do abraço.

Reencontro

Reencontrar-te é mais que ver-te,
é ver a mim mesma num movimento
que me impulsiona para a vida.
Sentir-te, ter-te é mais que saber-te,
é conhecer a mim mesma
num desvelamento sem fim!

sexta-feira, 17 de julho de 2009

despedacinhos

É difícil se despedir do amor... aquela sensaçao de conforto nos braços de alguém...
Queria quase desesperadamente te abraçar de novo! A incerteza do reencontro é imensamente maior. Se antes, não sabia quando te beijar de novo, agora, nossos caminhos definitivamente se apartaram. Noutro lugar, noutra cidade construo minha vida enquanto você faz a sua...
Nossos planos não são os mesmos, não olhamos na mesma direção. ah! mas como te queria de novo, a despedida do abraço. Vou sentir tanto a sua falta! e você nem sequer imagina,
se se importa, não sei! Ficamos todo esse tempo tomando todo o cuidado pra não entregar o coração. Sinceramente, queria ter me entregado a você sem medo! Mas agora, guardo dentro de mim os momentos que ficarão sempre como uma doce recordação.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

tudo novo, tudo velho,
tudo intenso...
lembranças, sorrisos
e lágrimas!
minha vida dividida
entre dois mundos
distintos.
amo-os!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

À você, meu dom especial

Aniversário do meu anjo!
Aquele que me deu o mais intenso
e gratificante papel:
o de mãe!

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Minha terra tem mangueiras...

Logo pequena, menina ainda, me mudei para a capital. E não era qualquer uma, era a capital do país. Mas essa coisa, que só ouvi falar depois, de tradição e história me era desconhecida. A cultura, a música regional eram vislumbres de um lugar distante, vivido animadamente nos dias quentes de férias. Havia um cheiro doce de manga madura misturada ao salgado do mar, que por sua vez, exalava o odor do sargaço ao calor do sol. E foram anos cheios de lembranças e ardores de pele bronzeada. Até, enfim, mudar-me para a terra das minhas férias. Agora, porém, era diferente. A cidade, assim como qualquer relacionamento, mostrava seu lado não tão perfeito com a convivência. Mas foi aquela época, com suas mazelas e dores, sabores e amores, que resgatou e fez crescer as raízes da planta da minha vida. Só assim pude conhecer a minha história. Mas por uma "presepada" do destino, volto à terra da minha infância, para, uma vez mais, re-conhecer o solo de onde brotei.